Adiamento deixou uma lacuna e eleição corre risco de não ter biometria

O adiamento das eleições municipais para os dias 15 e 29 de novembro deixou uma lacuna quanto à segurança que será proposta aos votantes em 2020. Além de elevar as incertezas em relação à credibilidade do sistema biométrico, a expectativa é que a pandemia imponha um alto índice de abstinência. Desde 2008, com a política de recadastramento do título de eleitor, o Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) investiu cifras bilionárias para captar impressões digitais dos eleitores, desenvolver softwares de leitura e proporcionar todo o equipamento necessário para garantir a segurança do sistema biométrico. Contudo, a atual crise sanitária pode fazer com que a biometria não seja aplicada pela primeira vez. Na visão de cientistas políticos, o contato interpessoal é principal agravante contra o sistema. A crescente no número de óbitos em razão da Covid-19 na maior parte do território nacional e o alto risco de contaminação, também podem afugentar os eleitores das urnas.

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