“Herói nacional” caído, Rodrigo Janot amarga solidão ao lançar livro

Sergio Moro, Deltan Dallagnol e, agora, Rodrigo Janot: um a um vão caindo os “heróis nacionais” fabricados pela Operação Lava Jato. Sentado ao centro de uma imensa mesa nos fundos da Livraria da Vila, nos Jardins, em São Paulo, com a caneta na mão para dar autógrafos, o ex-procurador geral da República Rodrigo Janot olha fixamente para ninguém à sua frente. Nunca se viu uma noite de autógrafos tão desanimada. Parecia mais um velório do que uma festa de lançamento. Janot chegou mudo e saiu calado, sem querer explicar como tentou matar Gilmar Mendes em Brasília num dia em que estava no Recife. Dos 550 exemplares do livro colocados à venda, só foram comprados 43, um fracasso total para qualquer escritor principiante.

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